RR Etiquetas lança projeto
sustentável de logística reversa
Etiqueta Zero é o nome de um projeto de
logística reversa desenvolvido pela RR Etiquetas, que visa dar um destino
adequado ao liner da etiqueta autoadesiva
Esse projeto, além de atender à
política nacional de resíduos sólidos, representa a possibilidade que a RR tem
de oferecer a seus clientes uma alternativa sustentável de reaproveitamento
desse produto, assunto que tem sido objeto de estudos por todo o mundo, mas
que, até então, não havia sido encontrada uma solução.
O cliente participante do projeto
Etiqueta Zero deve separar, e não mais descartar, o liner, que é o substrato em
papel ou filme plástico que protege e suporta a etiqueta que vai receber a
informação, e a RR providencia seu retorno e encaminha o material para
reciclagem e posterior transformação em outro produto.
Um projeto piloto realizado em
conjunto entre a RR Etiquetas e o Grupo Angeloni, 8º lugar no Ranking da ABRAS de
2012, resultou na primeira rede de supermercados do país a reciclar o liner.
Com isso, mensalmente, mais de uma tonelada de lixo deixou de ir para os
aterros sanitários e foi reciclada, gerando matéria prima para produtos como
papel higiênico e guardanapo.
A implantação do projeto e a
rápida obtenção desses resultados foram facilitadas, pelo fato de o Angeloni,
através de seu programa Angeloni Preserva, já incorporar o tema da
sustentabilidade em sua estratégia de desenvolvimento, promovendo investimentos
para aprimorar o desempenho ambiental, implantando ações de preservação e
adotando componentes que não agridem o meio ambiente.
Outro fator determinante para o sucesso do
projeto foi a total mobilização dos colaboradores, inclusive gerando “competição”
entre as lojas, que disputam quem separa mais liner para reciclagem deixou de
mandar para os aterros sanitários.
Segundo Patrícia Lombardi,
gerente de marketing da RR Etiquetas, vários foram os desafios que precisaram
ser ultrapassados para a consolidação do Etiqueta Zero, na busca de uma solução
para a destinação final para o liner. “Em primeiro lugar, era necessário
encontrar uma empresa capaz de reciclar o liner e transformá-lo em matéria
prima para outro produto. Em segundo lugar, tornar o processo de logística
reversa economicamente viável e, por fim, informar e conscientizar os
colaboradores, a separar corretamente o liner, para a futura reciclagem”.
A Transportadora Nascisul teve
participação importante para viabilizar a logística do projeto. A proposta de
Etiqueta Zero, mais uma ação que contribui para a sustentabilidade do planeta,
estará à disposição apenas dos clientes da RR Etiquetas, que oferece um serviço
de idealização, planejamento, processo de retorno e gerenciamento de todo o
projeto.
Comentários: A reportagem è muito
interessante, nós fala sobre o destino correto das etiquetas autoadesivas. Uma
pequena empresa com grandes projetos para ajudar o meio ambiente. Além de
aproveitar a matéria prima e fazer sua reciclagem, com a implantação deste novo
projeto seus resultados foram positivos para seus funcionários, compradores e a
natureza agradece.
| A logística reversa das lâmpadas |
Já está nas
mãos do Ministério do Meio Ambiente (MMA) o acordo setorial único, feito pela
Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilumi) em
parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) sobre
a logística reversa das lâmpadas fluorescentes tubulares, compactas, de vapor
de sódio e metálico, mercúrio e luz mista, contemplando todas as etapas do
ciclo de vida do produto.O documento é uma das determinações da Lei nº
12.305/10 (Decreto 7.404/10), que instituiu a Política Nacional de Resíduos
Sólidos e criou diretrizes para a gestão do lixo no País – que devem resultar
em mudanças nos padrões de comportamento e consumo da sociedade – além de uma
série de metas a serem cumpridas pela União, Estados e municípios.
O documento,
que está em análise, envolve todos os participantes da cadeia de Logística
Reversa (LR) de lâmpadas e torna de responsabilidade de fabricantes,
importadores, distribuidores e comerciantes do produto receberem e darem
destinação adequada ao mesmo.
300 MILHÕES
Estudo recente
da Abilumi e do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos) concluiu que a
demanda no Brasil de lâmpadas com necessidade de logística reversa é de cerca
de 300 milhões de unidades. Prestadores de serviço, o governo e as empresas de
iluminação pública já têm à disposição o serviço de coleta e destinação
adequada de suas lâmpadas. Já os consumidores domésticos são os que mais
precisam do setor de iluminação para implantar o plano de logística reversa. O
processo deve começar no início do ciclo de vida do produto, seja ele importado
ou nacional, com a existência de um compromisso financeiro para sua destinação
final.
COMO SERÁ
O
consumidor precisará criar o hábito de guardar e levar as lâmpadas aos
estabelecimentos. Ele é parte inicial e fundamental do processo.
De acordo com
Georges Blum, presidente da Abilumi, os fabricantes e importadores vão pagar um
‘ecovalor’ de, aproximadamente, R$ 0,40 para cada lâmpada importada ou
fabricada, pois o resíduo das lâmpadas é praticamente zero. Este valor será encaminhado
às entidades gestoras do sistema, que irão administrar os contratos com
terceiros e fazer a logística e destinação adequadas. Parte deste ‘ecovalor’
entrará no custo do produto.
O consumidor
doméstico levará as lâmpadas até o ponto de entrega, nos estabelecimentos
comerciais, que terão um local apropriado para recebê-las. Elas deverão ser
colocadas em um recipiente apropriado, que será fornecido pela entidade
gestora.
O comércio
deverá estar em conformidade com a legislação municipal, e a empresa
descontaminadora também terá que seguir as licenças obrigatórias. Já o setor
público participará da educação ambiental e da divulgação da nova política. “O
consumidor precisará criar o hábito de guardar e levar as lâmpadas aos
estabelecimentos. Ele é parte inicial e fundamental do processo”, esclarece
Blum.
O acordo
setorial para logística reversa de lâmpadas já foi entregue ao MMA em meados de
junho e será analisado por, aproximadamente, 15 a 20 dias. “As entidades serão
informadas sobre os pontos a ajustar e, se tudo correr bem, antes do fim do ano
deveremos concluir o acordo. Em seguida será criada a entidade gestora para
administrar todo o processo de logística reversa de lâmpadas”, finaliza
Georges.
Comentários: Em questão da logística reversa das lâmpadas
ainda é um grande problema para a sociedade, pois não são descartadas
corretamente. Os comércios em gerais que vendem tem que se adaptarem para
testar na venda se a lâmpada funciona e no retorno juntamente um ponto de
coleta para a s
Empresa lucra com logística reversa para o setor de vidros
Em tempos de praticar
a conscientização ambiental, a necessidade do planeta pode se tornar nicho para
as pequenas e médias empresas (PMEs). É
o caso da Massfix, de Guarulhos (SP), especializada na reciclagem de cacos de
vidro. Juliana Schunck, diretora da Massfix, conta que a empresa surgiu há 20
anos de uma necessidade do mercado. "Meu pai trabalhava na indústria e
percebeu que a fábrica precisava de cacos de vidro para baixar os custos da
produção", explica. "Com a matéria-prima reciclada, as fábricas
economizam por volta de 20% do custo de energia." A empresa, além de
atender a uma necessidade da indústria, auxilia na destinação correta do
material, que é 100% reciclável. Hoje, a Massfix atua na captação de todos os
tipos de vidro, desde o residencial até os do setor automotivo. A coleta acontece em 10 estados, entre eles
Paraná, São Paulo e Bahia. Por mês, a empresa recolhe 12 mil toneladas de cacos
de vidro. Desse total, cerca de 10 mil toneladas são compradas pela indústria
de vidro. Para Juliana, o custo é um dos
fatores decisivos na utilização desses cacos e outro desafio para a Massfix.
"O frete para recolhimento desse material é alto, porque a maioria das
indústrias se concentra na região Sudeste, mas todo o território nacional
produz cacos de vidro." As empresas que contribuem com o vidro recebem
pelo material que é retirado. De acordo com Juliana, o faturamento bruto mensal
do negócio é de R$ 1,5 milhão. O vidro
é coletado de transformadoras de placas de vidro, fornecedores de embalagens e
concessionárias, entre outros locais. Depois, o material é levado para a
fábrica da Massfix. Lá, é separado por cor, passa por um processo de limpeza
para descontaminação e, por fim, é moído e volta para a indústria. De acordo
com Stefan David, consultor de reciclagem da Associação Técnica Brasileira das
Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), cerca de 45% dos cacos de vidro
produzidos no Brasil são reutilizados.
Comentários:
Uma pequena empresa
recicladora de cacos de vidro percebeu que era necessário reciclar a matéria
prima para a venda e a nova reutilização. Dentro de seus processos eles recebem os cacos de vidro, é moído e
então volta a indústria para a fabricação de novos produtos e assim a
comercialização do mesmo. Quando pensamos que reciclar muitas matérias primas
não tem como, estamos enganados pois todo processo bem pensado seu resultado é positivo.
Processo de logística reversa e
reciclagem de eletrodomésticos
O
processo de logística reversa e reciclagem de eletrodomésticos determina o
recolhimento e a desmontagem de eletrodomésticos usados e fabricados pela
Whirlpool, provenientes dos programas de troca realizados por
distribuidoras de energia elétrica. Em 2005, a empresa montou uma célula
de desmontagem na unidade de Joinville (SC) para evitar os
riscos relacionados à destinação e ao tratamento inadequado
desses resíduos. Em 2009, a unidade conseguiu reciclar 90% dos materiais
que constituem os refrigeradores e freezers, índice superior ao limite
legal atendido na União Europeia, um dos mais exigentes do mundo.
O restante foi descartado de
forma ambientalmente correta, conforme a legislação brasileira. Em 2009, a
unidade de Joinville foi responsável pela reciclagem de aproximadamente
838 toneladas de resíduos pós-consumo. Foram recolhidos 779 quilos de gases CFC
e HCFC.
Comentários: Uma
estratégia bem pensada desta empresa de eletrodomésticos. A sua reciclagem vai
além do que o próprio consumidor imagina. Quando o produto é entregue o mesmo é
recolhido se estiver com problemas. O
papelão e o isopor usado são destinados
a catadores de lixo e enviados a recicladora. Na desmontagem de seus
eletrodomésticos seus gases são removidos e enviados a empresas que vão
utilizar e por fim são desmontadas as partes do eletrodoméstico por categoria
de material e vendido sua matéria prima.
Muitas vezes guardamos estes eletrodomésticos sem dar o destino final, agora
sabemos como todo este ciclo funciona.
Philips consolida a logística
reversa de seus produtos
Existem hoje no mercado brasileiro cerca de 250 milhões de aparelhos de TV de tubo cujos donos estão de olho em versões mais modernas, como as que são feitas com telas de LCD. Para que, depois da troca, os modelos de sua marca passem longe dos aterros sanitários ou lixões, a Philips lançou, em março de 2010, o “Ciclo Sustentável Philips” que promove a logística reversa de seus eletroeletrônicos em todo o país. Além das TVs, o programa abrange eletroportáteis, aparelhos de áudio, vídeo e acessórios. Iniciado com um piloto em Manaus (AM) em 2008, o “Ciclo Sustentável Philips” oferece ao consumidor a possibilidade de devolver os produtos à Philips ao final de sua vida útil. A partir desse momento, a empresa promove sua destinação adequada, em um processo totalmente controlado e homologado. Para isso, basta que o consumidor compareça a um ponto de coleta e assine um termo de doação dos equipamentos. Os endereços podem ser obtidos pelos telefones 11 2121-0203 (Grande São Paulo) e 0800-701-0203 (demais localidades) ou pelo site www.philips.com.br/sustentabilidade.
Depois de recolhidos, os eletroeletrônicos são encaminhados à
Oxil, empresa parceira da Philips responsável pela manufatura reversa:
descaracterização, desmonte e segregação dos diversos tipos de materiais como
placas eletrônicas, motores, cabos e fios que são reinseridos na cadeia
produtiva por meio da reciclagem. Os itens não passíveis de reciclagem são
encaminhados para destinos ambientalmente corretos.
Em novembro de 2010, o “Ciclo Sustentável
Philips” passou a incluir pilhas e baterias, com a instalação de displays nas
assistências técnicas e em pontos de coleta. Além disso, a Philips já começou a
logística reversa de algumas de suas linhas de equipamentos médicos e possui
iniciativas com lâmpadas junto a empresas (em projetos B2B) que deverão, em
breve, ser expandidas ao público. O programa é hoje desenvolvido em 29 cidades
para eletroeletrônicos (25 grandes centros urbanos) e 36 municípios contam com pontos de coleta para
pilhas e baterias. Os drop-off points para equipamentos médicos estão presentes
em todas as capitais.
Desde o lançamento do “Ciclo Sustentável Philips” em território
nacional, foram coletadas 160 toneladas de eletroeletrônicos e acessórios, além
de 46 toneladas de pilhas e baterias. Segundo Márcio Quintino, gerente sênior
de Meio Ambiente da Philips do Brasil, o programa foi muito bem aceito pelo
público e pela sociedade em geral. “O consumidor brasileiro está cada vez mais
consciente em relação à sustentabilidade e cobra esse posicionamento das
empresas. Embora nossa tonelagem reciclada seja elevada, temos capacidade para
reciclar ainda mais e precisamos do envolvimento do consumidor para
escrevermos, em conjunto, uma história de sucesso”, convoca Quintino.
Comentários:
A empresa
Philips começou com a troca de suas TVs de tubo por LCD, alem das antigas
gastar mais energia, sua tecnologia já esta passada. Uma ideia perfeita pois
ela recolhe as usadas, descartadas reutilizando em sua fábrica algumas partes
para a fabricação de novas. Está integrado
também o descarte dos
eletroeletrônicos, sendo usados para novamente depois de vários
processos. Com o lançamento de seu projeto Ciclo sustentável seu objetivo principal é de reciclar cada vez mais e
envolver os consumidores.
Tal
serviço permite o tratamento destes materiais visando o descarte ambientalmente
apropriado, sua recuperação ou mesmo a reciclagem, de forma a assegurar a
adequada destinação.
Empenhada em estimular e apoiar ações
voltadas à preservação ambiental, a SEMP TOSHIBA recomenda não descartar
produtos eletroeletrônicos nem seus acessórios no lixo doméstico, na rua, em
terrenos baldios, aterros sanitários e tampouco em córregos ou riachos. A SEMP
TOSHIBA mantém mais de 100 pontos de coleta no Brasil, todos devidamente
treinados para atividades relacionadas à logística reversa.
1.Para devolver seu equipamento,
o cliente deve fazer o download do termo de doação, imprimir e levar preenchido
juntamente com o produto em uma das assistências técnicas autorizadas para esse
serviço.
2.Confira a relação das
assistências técnicas autorizadas para esse serviço, ou se preferir, entre em
contato com a nossa Central de Atendimento ao Consumidor.
Comentário:
Como todas as empresas fazem sua logística reversa,
a Semp Toshiba faz a sua também . O retorno de seus produtos está no termo de
sua vida útil, quando não funcionar , seu destino correto já foi especificado.
No site, nas lojas que fazem o processo de devolução para a fabrica ou pela central de atendimento ao consumidor.
REFERÊNCIAS:
revistagraphprintblogspot.com.br
www.aecweb.com.br data:
08/10/2012
economia.terra.com.br
www.relatorioweb.com.br
www.philips.com.br/sustentabilidade
www.semptoshiba.com.br





muito legal as empresas estarem preocupada com o meio ambiente, dando o destino correto de cada produto
ResponderExcluirEu também achei muito interessante, pois alem de ajudar o meio ambiente estao utilizando o que seria jogado no lixo incorretamente.
ResponderExcluirDiz Eduarda componente do grupo.