sábado, 18 de outubro de 2014

Coletânea de reportagens

            RR Etiquetas lança projeto sustentável de logística reversa


    Etiqueta Zero é o nome de um projeto de logística reversa desenvolvido pela RR Etiquetas, que visa dar um destino adequado ao liner da etiqueta autoadesiva 
Esse projeto, além de atender à política nacional de resíduos sólidos, representa a possibilidade que a RR tem de oferecer a seus clientes uma alternativa sustentável de reaproveitamento desse produto, assunto que tem sido objeto de estudos por todo o mundo, mas que, até então, não havia sido encontrada uma solução.
O cliente participante do projeto Etiqueta Zero deve separar, e não mais descartar, o liner, que é o substrato em papel ou filme plástico que protege e suporta a etiqueta que vai receber a informação, e a RR providencia seu retorno e encaminha o material para reciclagem e posterior transformação em outro produto.
Um projeto piloto realizado em conjunto entre a RR Etiquetas e o Grupo Angeloni, 8º lugar no Ranking da ABRAS de 2012, resultou na primeira rede de supermercados do país a reciclar o liner. Com isso, mensalmente, mais de uma tonelada de lixo deixou de ir para os aterros sanitários e foi reciclada, gerando matéria prima para produtos como papel higiênico e guardanapo.
A implantação do projeto e a rápida obtenção desses resultados foram facilitadas, pelo fato de o Angeloni, através de seu programa Angeloni Preserva, já incorporar o tema da sustentabilidade em sua estratégia de desenvolvimento, promovendo investimentos para aprimorar o desempenho ambiental, implantando ações de preservação e adotando componentes que não agridem o meio ambiente.
    Outro fator determinante para o sucesso do projeto foi a total mobilização dos colaboradores, inclusive gerando “competição” entre as lojas, que disputam quem separa mais liner para reciclagem deixou de mandar para os aterros sanitários.
Segundo Patrícia Lombardi, gerente de marketing da RR Etiquetas, vários foram os desafios que precisaram ser ultrapassados para a consolidação do Etiqueta Zero, na busca de uma solução para a destinação final para o liner. “Em primeiro lugar, era necessário encontrar uma empresa capaz de reciclar o liner e transformá-lo em matéria prima para outro produto. Em segundo lugar, tornar o processo de logística reversa economicamente viável e, por fim, informar e conscientizar os colaboradores, a separar corretamente o liner, para a futura reciclagem”.
A Transportadora Nascisul teve participação importante para viabilizar a logística do projeto. A proposta de Etiqueta Zero, mais uma ação que contribui para a sustentabilidade do planeta, estará à disposição apenas dos clientes da RR Etiquetas, que oferece um serviço de idealização, planejamento, processo de retorno e gerenciamento de todo o projeto.

  Comentários: A reportagem è muito interessante, nós fala sobre o destino correto das etiquetas autoadesivas. Uma pequena empresa com grandes projetos para ajudar o meio ambiente. Além de aproveitar a matéria prima e fazer sua reciclagem, com a implantação deste novo projeto seus resultados foram positivos para seus funcionários, compradores e a natureza agradece.

  

    A logística reversa das lâmpadas

Já está nas mãos do Ministério do Meio Ambiente (MMA) o acordo setorial único, feito pela Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilumi) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) sobre a logística reversa das lâmpadas fluorescentes tubulares, compactas, de vapor de sódio e metálico, mercúrio e luz mista, contemplando todas as etapas do ciclo de vida do produto.O documento é uma das determinações da Lei nº 12.305/10 (Decreto 7.404/10), que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e criou diretrizes para a gestão do lixo no País – que devem resultar em mudanças nos padrões de comportamento e consumo da sociedade – além de uma série de metas a serem cumpridas pela União, Estados e municípios.
O documento, que está em análise, envolve todos os participantes da cadeia de Logística Reversa (LR) de lâmpadas e torna de responsabilidade de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes do produto receberem e darem destinação adequada ao mesmo.

                     300 MILHÕES

Estudo recente da Abilumi e do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos) concluiu que a demanda no Brasil de lâmpadas com necessidade de logística reversa é de cerca de 300 milhões de unidades. Prestadores de serviço, o governo e as empresas de iluminação pública já têm à disposição o serviço de coleta e destinação adequada de suas lâmpadas. Já os consumidores domésticos são os que mais precisam do setor de iluminação para implantar o plano de logística reversa. O processo deve começar no início do ciclo de vida do produto, seja ele importado ou nacional, com a existência de um compromisso financeiro para sua destinação final.

                      COMO SERÁ

O consumidor precisará criar o hábito de guardar e levar as lâmpadas aos estabelecimentos. Ele é parte inicial e fundamental do processo.
De acordo com Georges Blum, presidente da Abilumi, os fabricantes e importadores vão pagar um ‘ecovalor’ de, aproximadamente, R$ 0,40 para cada lâmpada importada ou fabricada, pois o resíduo das lâmpadas é praticamente zero. Este valor será encaminhado às entidades gestoras do sistema, que irão administrar os contratos com terceiros e fazer a logística e destinação adequadas. Parte deste ‘ecovalor’ entrará no custo do produto.
O consumidor doméstico levará as lâmpadas até o ponto de entrega, nos estabelecimentos comerciais, que terão um local apropriado para recebê-las. Elas deverão ser colocadas em um recipiente apropriado, que será fornecido pela entidade gestora.
O comércio deverá estar em conformidade com a legislação municipal, e a empresa descontaminadora também terá que seguir as licenças obrigatórias. Já o setor público participará da educação ambiental e da divulgação da nova política. “O consumidor precisará criar o hábito de guardar e levar as lâmpadas aos estabelecimentos. Ele é parte inicial e fundamental do processo”, esclarece Blum.
O acordo setorial para logística reversa de lâmpadas já foi entregue ao MMA em meados de junho e será analisado por, aproximadamente, 15 a 20 dias. “As entidades serão informadas sobre os pontos a ajustar e, se tudo correr bem, antes do fim do ano deveremos concluir o acordo. Em seguida será criada a entidade gestora para administrar todo o processo de logística reversa de lâmpadas”, finaliza Georges.


Comentários: Em questão da logística reversa das lâmpadas ainda é um grande problema para a sociedade, pois não são descartadas corretamente. Os comércios em gerais que vendem tem que se adaptarem para testar na venda se a lâmpada funciona e no retorno juntamente um ponto de coleta para a s

Empresa lucra com logística reversa para o setor de vidros


Em tempos de praticar a conscientização ambiental, a necessidade do planeta pode se tornar nicho para as pequenas e médias empresas (PMEs).  É o caso da Massfix, de Guarulhos (SP), especializada na reciclagem de cacos de vidro. Juliana Schunck, diretora da Massfix, conta que a empresa surgiu há 20 anos de uma necessidade do mercado. "Meu pai trabalhava na indústria e percebeu que a fábrica precisava de cacos de vidro para baixar os custos da produção", explica. "Com a matéria-prima reciclada, as fábricas economizam por volta de 20% do custo de energia." A empresa, além de atender a uma necessidade da indústria, auxilia na destinação correta do material, que é 100% reciclável. Hoje, a Massfix atua na captação de todos os tipos de vidro, desde o residencial até os do setor automotivo.          A coleta acontece em 10 estados, entre eles Paraná, São Paulo e Bahia. Por mês, a empresa recolhe 12 mil toneladas de cacos de vidro. Desse total, cerca de 10 mil toneladas são compradas pela indústria de vidro.  Para Juliana, o custo é um dos fatores decisivos na utilização desses cacos e outro desafio para a Massfix. "O frete para recolhimento desse material é alto, porque a maioria das indústrias se concentra na região Sudeste, mas todo o território nacional produz cacos de vidro." As empresas que contribuem com o vidro recebem pelo material que é retirado. De acordo com Juliana, o faturamento bruto mensal do negócio é de R$ 1,5 milhão.   O vidro é coletado de transformadoras de placas de vidro, fornecedores de embalagens e concessionárias, entre outros locais. Depois, o material é levado para a fábrica da Massfix. Lá, é separado por cor, passa por um processo de limpeza para descontaminação e, por fim, é moído e volta para a indústria. De acordo com Stefan David, consultor de reciclagem da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), cerca de 45% dos cacos de vidro produzidos no Brasil são reutilizados.
Comentários: Uma pequena empresa recicladora de cacos de vidro percebeu que era necessário reciclar a matéria prima para a venda e a nova reutilização. Dentro de seus processos  eles recebem os cacos de vidro, é moído e então volta a indústria para a fabricação de novos produtos e assim a comercialização do mesmo. Quando pensamos que reciclar muitas matérias primas não tem como, estamos enganados pois todo processo bem pensado  seu resultado é positivo.

Processo de logística reversa e reciclagem de eletrodomésticos

O processo de logística reversa e reciclagem de eletrodomésticos determina o recolhimento e a desmontagem de eletrodomésticos usados e fabricados pela Whirlpool, provenientes dos programas de troca realizados por distribuidoras de energia elétrica. Em 2005, a empresa montou uma célula de desmontagem na unidade de Joinville (SC) para evitar os riscos relacionados à destinação e ao tratamento inadequado desses resíduos. Em 2009, a unidade conseguiu reciclar 90% dos materiais que constituem os refrigeradores e freezers, índice superior ao limite legal atendido na União Europeia, um dos mais exigentes do mundo.
O restante foi descartado de forma ambientalmente correta, conforme a legislação brasileira. Em 2009, a unidade de Joinville foi responsável pela reciclagem de aproximadamente 838 toneladas de resíduos pós-consumo. Foram recolhidos 779 quilos de gases CFC e HCFC.
Comentários: Uma estratégia bem pensada desta empresa de eletrodomésticos. A sua reciclagem vai além do que o próprio consumidor imagina. Quando o produto é entregue o mesmo é recolhido se  estiver com problemas. O papelão e o isopor  usado são destinados a catadores de lixo e enviados a recicladora. Na desmontagem de seus eletrodomésticos seus gases são removidos e enviados a empresas que vão utilizar e por fim são desmontadas as partes do eletrodoméstico por categoria de material  e vendido sua matéria prima. Muitas vezes guardamos estes eletrodomésticos sem dar o destino final, agora sabemos como todo este ciclo funciona.

Philips consolida a logística reversa de seus produtos

  Existem hoje no mercado brasileiro cerca de 250 milhões de aparelhos de TV de tubo cujos donos estão de olho em versões mais modernas, como as que são feitas com telas de LCD. Para que, depois da troca, os modelos de sua marca passem longe dos aterros sanitários ou lixões, a Philips lançou, em março de 2010, o “Ciclo Sustentável Philips” que promove a logística reversa de seus eletroeletrônicos em todo o país. Além das TVs, o programa abrange eletroportáteis, aparelhos de áudio, vídeo e acessórios.  Iniciado com um piloto em Manaus (AM) em 2008, o “Ciclo Sustentável Philips” oferece ao consumidor a possibilidade de devolver os produtos à Philips ao final de sua vida útil. A partir desse momento, a empresa promove sua destinação adequada, em um processo totalmente controlado e homologado. Para isso, basta que o consumidor compareça a um ponto de coleta e assine um termo de doação dos equipamentos. Os endereços podem ser obtidos pelos telefones 11 2121-0203 (Grande São Paulo) e 0800-701-0203 (demais localidades) ou pelo site www.philips.com.br/sustentabilidade.
Depois de recolhidos, os eletroeletrônicos são encaminhados à Oxil, empresa parceira da Philips responsável pela manufatura reversa: descaracterização, desmonte e segregação dos diversos tipos de materiais como placas eletrônicas, motores, cabos e fios que são reinseridos na cadeia produtiva por meio da reciclagem. Os itens não passíveis de reciclagem são encaminhados para destinos ambientalmente corretos.
Em novembro de 2010, o “Ciclo Sustentável Philips” passou a incluir pilhas e baterias, com a instalação de displays nas assistências técnicas e em pontos de coleta. Além disso, a Philips já começou a logística reversa de algumas de suas linhas de equipamentos médicos e possui iniciativas com lâmpadas junto a empresas (em projetos B2B) que deverão, em breve, ser expandidas ao público. O programa é hoje desenvolvido em 29 cidades para eletroeletrônicos (25 grandes centros urbanos) e 36 municípios contam com pontos de coleta para pilhas e baterias. Os drop-off points para equipamentos médicos estão presentes em todas as capitais.
Desde o lançamento do “Ciclo Sustentável Philips” em território nacional, foram coletadas 160 toneladas de eletroeletrônicos e acessórios, além de 46 toneladas de pilhas e baterias. Segundo Márcio Quintino, gerente sênior de Meio Ambiente da Philips do Brasil, o programa foi muito bem aceito pelo público e pela sociedade em geral. “O consumidor brasileiro está cada vez mais consciente em relação à sustentabilidade e cobra esse posicionamento das empresas. Embora nossa tonelagem reciclada seja elevada, temos capacidade para reciclar ainda mais e precisamos do envolvimento do consumidor para escrevermos, em conjunto, uma história de sucesso”, convoca Quintino.



Comentários: A empresa Philips começou com a troca de suas TVs de tubo por LCD, alem das antigas gastar mais energia, sua tecnologia já esta passada. Uma ideia perfeita pois ela recolhe as usadas, descartadas reutilizando em sua fábrica algumas partes para a fabricação de novas. Está integrado  também o descarte dos  eletroeletrônicos, sendo usados para novamente depois de vários processos. Com o lançamento de seu projeto Ciclo sustentável seu objetivo  principal é de reciclar cada vez mais e envolver os consumidores.  

    A SEMP TOSHIBA disponibiliza mediante solicitação, um serviço de logística reversa para retorno dos produtos e/ou acessórios por ela comercializados, ao final de sua vida útil, conforme a legislação em vigor.
Tal serviço permite o tratamento destes materiais visando o descarte ambientalmente apropriado, sua recuperação ou mesmo a reciclagem, de forma a assegurar a adequada destinação.
  Empenhada em estimular e apoiar ações voltadas à preservação ambiental, a SEMP TOSHIBA recomenda não descartar produtos eletroeletrônicos nem seus acessórios no lixo doméstico, na rua, em terrenos baldios, aterros sanitários e tampouco em córregos ou riachos. A SEMP TOSHIBA mantém mais de 100 pontos de coleta no Brasil, todos devidamente treinados para atividades relacionadas à logística reversa.


1.Para devolver seu equipamento, o cliente deve fazer o download do termo de doação, imprimir e levar preenchido juntamente com o produto em uma das assistências técnicas autorizadas para esse serviço.

2.Confira a relação das assistências técnicas autorizadas para esse serviço, ou se preferir, entre em contato com a nossa Central de Atendimento ao Consumidor.

Comentário: Como todas as empresas fazem sua logística reversa, a Semp Toshiba faz a sua também . O retorno de seus produtos está no termo de sua vida útil, quando não funcionar , seu destino correto já foi especificado. No site, nas lojas que fazem o processo de devolução para a fabrica  ou pela central de atendimento ao consumidor.

REFERÊNCIAS:

revistagraphprintblogspot.com.br 

www.aecweb.com.br   data: 08/10/2012

economia.terra.com.br

www.relatorioweb.com.br

www.philips.com.br/sustentabilidade

www.semptoshiba.com.br

2 comentários:

  1. muito legal as empresas estarem preocupada com o meio ambiente, dando o destino correto de cada produto

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  2. Eu também achei muito interessante, pois alem de ajudar o meio ambiente estao utilizando o que seria jogado no lixo incorretamente.
    Diz Eduarda componente do grupo.

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